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Copa do Mundo 2026: o que as tendências de consumo ensinam sobre a urgência da digitalização empresarial

Veja as mudanças ocorridas nas tendências de compra dos espectadores nesse ano.

4 min de leituraE-commerce
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A Copa do Mundo de 2026 está chegando. E junto com ela, uma enxurrada de dados que revelam muito mais do que o comportamento do torcedor também. Uma pesquisa recente do PicPay mapeou como o brasileiro pretende consumir durante o mundial, e os números acendem um alerta estratégico para empresas de todos os portes: o consumidor digital chegou para ficar, e as empresas que ainda operam no analógico estão perdendo terreno em tempo real.

O consumidor está em casa (e no celular)

Os dados são contundentes: 77% dos brasileiros pretendem assistir aos jogos da Copa de 2026 em casa. Mas "em casa" não significa “desconectado”.

Significa exatamente o oposto: com o smartphone na mão, navegando em apps de delivery, comparando ofertas, fazendo compras e interagindo com marcas. Ao mesmo tempo, enquanto acompanha o jogo. E esse comportamento já é o padrão: a Copa apenas amplifica o que já acontece no dia a dia.

E para as empresas, a pergunta que não pode ser ignorada é: quando esse consumidor procura o seu produto ou serviço no celular, ele encontra a sua empresa funcionando de forma eficiente e digital?

Se a resposta envolve processos manuais o tempo todo e falta de presença e maturidade digital, a resposta real é: não.

8 em cada 10 consumidores querem experimentar marcas novas

Esse é talvez o dado mais revelador da pesquisa: durante a Copa, 80% dos consumidores afirmam estar dispostos a experimentar produtos e serviços de marcas que ainda não conhecem. A janela de oportunidade está escancarada.

Mas há uma condição: o principal fator que leva à experimentação são os descontos (67%), seguidos de parcelamento (30%) e entrega rápida (22%).

Traduzindo para a realidade empresarial: o consumidor está disposto a te conhecer, mas exige agilidade, transparência e conveniência. Ele não vai esperar e não vai tolerar processos lentos.

Empresas digitalizadas conseguem oferecer exatamente isso: respostas rápidas, condições claras e experiências fluidas. Empresas que ainda dependem de processos manuais, simplesmente não conseguem competir nesse ritmo.

Atenção ampliada, conversão racional

A pesquisa também identificou que 7 em cada 10 torcedores prestam mais atenção a anúncios com temática de Copa. Mas atenção não é sinônimo de compra. A decisão final, mesmo em um contexto emocional intenso, segue critérios racionais: vantagem concreta, conveniência e confiança.

Isso é um ensinamento direto para o ambiente corporativo. Não basta atrair o cliente. É preciso ter estrutura para atendê-lo com eficiência. Um processo digitalizado é o que transforma atenção em conversão. Sem isso, a empresa capta o interesse e perde a venda por incapacidade operacional.

O que a Copa revela sobre o novo padrão de negócios

Os comportamentos que a Copa 2026 está consolidando não são temporários. Eles espelham uma transformação permanente no modo como as pessoas consomem, decidem e se relacionam com marcas.

No fim, tudo precisa ser rápido: a entrega rápida é o terceiro fator mais citado para experimentar uma marca nova. No mundo dos negócios, isso se traduz em: proposta ágil, contrato digital, onboarding sem burocracia.

Tudo precisa ser conveniente, o consumidor não quer atrito. Cada etapa manual no seu processo é um ponto de abandono em potencial.

Dados orientam decisões. As empresas que crescem durante eventos como a Copa são aquelas que já têm clareza sobre seus números, suas operações e seus clientes, porque digitalizaram seus processos e transformaram informação em inteligência.

A presença digital não é diferencial; é requisito.

Sete em cada dez pessoas notam mais os anúncios temáticos porque estão navegando em plataformas digitais. Empresas ausentes do digital simplesmente acabam inexistentes por não terem presença nesse ecossistema.

Digitalizar não é sobre tecnologia, mas sobre competitividade.

Muitas empresas ainda enxergam a digitalização como um projeto de TI: algo técnico, complexo e caro.

Mas os dados da pesquisa mostram uma realidade diferente: digitalizar é, antes de tudo, um projeto de negócio. É sobre atender mais rápido, errar menos, crescer com menos custo e oferecer a experiência que o consumidor moderno já espera como padrão.

O consumidor que vai assistir à Copa em casa com o celular na mão, comparando ofertas e fazendo pedidos em tempo real, é o mesmo que toma decisões de compra na sua empresa. É o mesmo padrão de exigência com a mesma expectativa de velocidade e conveniência.

A Copa começa em casa. A transformação digital começa agora.

Empresas que já digitalizaram seus processos chegam à Copa e a qualquer pico de demanda com capacidade de capturar oportunidades, mas as que ainda operam no analógico chegam sobrecarregadas, lentas e vulneráveis.

Só que a janela de oportunidade está aberta agora. O consumidor está disposto a experimentar coisas novas e o mercado está aquecido.

A pergunta que fica é: a sua empresa está pronta para atender esse consumidor com a agilidade que ele exige?

Se não, esse é o momento de mudar.

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